Anti-corruption struggle

Declarações da primeira-ministra, Luísa Diogo: há corrupção “um pouco por todo o lado”

Angolapress:  Moçambique: PM reconhece que há corrupção “um pouco por todo o lado”


Angolapress:  Moçambique: PM reconhece que há corrupção “um pouco por todo o lado”

Maputo, 07/12 – A primeira-ministra de Moçambique, Luísa Diogo, admitiu hoje em Maputo que, no país, “um pouco por todo o lado”, há funcionários da administração pública que exigem subornos, prejudicando com essa conduta “os mais necessitados”.

Luísa Diogo reconheceu a vulnerabilidade do aparelho estatal moçambicano à corrupção, ao intervir no Seminário Nacional sobre a Corrupção, que hoje se iniciou em Maputo.

“A corrupção em Moçambique tem estado a prejudicar as iniciativas dos cidadãos voltadas para o desenvolvimento económico e social e comprometer a existência do Estado de direito”, disse.

Na sua avaliação, “a melhoria da gestão dos fundos do Estado e dos mecanismos de prestação de contas é fundamental para uma efectiva melhoria do funcionamento do sector público”. A desburocratização e descentralização da administração e a melhoria no processo de gestão de políticas públicas e do nível de qualificação dos recursos fazem parte do conjunto das acções que o Governo deve desencadear, acrescentou.

Assegurou, neste passo, que “o combate à corrupção é um compromisso firme e uma prioridade do governo da FRELIMO”.

Intervindo na mesma reunião, a comissária do Serviço Público da África do Sul, Koko Mokgalong, apelou aos países africanos para ratificarem os tratados mundiais e regionais que proíbem a corrupção.

Mokgalong disse que o fenómeno mina a confiança dos cidadãos no Estado e fragiliza a capacidade deste de prover às necessidades básicas da sociedade.

“Apesar de ser um fenómeno universal, a corrupção é mais destrutiva para os países pobres, pois desvia os recursos necessários ao alívio do sofrimento dos mais necessitados”, advertiu a comissária sul-africana.

Angolapress. Maputo, Mozambique, 12/07 – Mozambican Minister of State for Administration, Lucas Chomera, Tuesday called on every citizen to join in the fight against corruption in the country.

Declarações do minstro de administração, Lucas Chomera, sobre corrupção.

“If we are all aware that corruption is an evil that undermines the country`s development, then we must all do something against it,” he told journalists in Maputo, ahead of a three-day national conference, which begins Wednesday, on an anti-corruption strategy.

The conference follows a series of meetings on a draft strategy document, held at district and provincial levels.

The final version of the anti-corruption strategy is expected to be approved by the government in March 2006.

Chomera said the conference would gather representatives of all sectors of society to discuss and hear the experiences of other countries in fighting corruption.

He explained that fighting corruption, “is not a question of passing new laws, but of applying those that already exist.”

The design of the anti-corruption strategy draws on the national survey on perceptions of corruption and governance published in August.

The document showed widespread distrust in the police force, regarded as the most corrupt part of the public administration.

The survey also showed general disillusionment with the Mozambican courts and a belief that “only the weak and the poor are unable to evade the laws.”

Other sectors where corruption was perceived as a serious problem included the customs service, licensing authorities, and procurement.

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